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Todo mundo precisa de um RP

A série de episódios Todo Mundo Precisa de um RP esclarece dúvidas sobre mercado, imagem de empresa, assessoria e sobre as últimas manifestações no Brasil.

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RP está entre as 10 carreiras mais promissoras do Brasil

imagesEm terceiro lugar, vemos que o mercado para o relações públicas, publicitário, mercado e negócios somam juntos 20.853 novos postos de trabalho. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2009 a 2012 foram criados 304.317 postos de jornada integral para profissionais de nível superior no Brasil.

Segundo o estudo, cinco áreas responderam por mais de 40% dos postos de trabalho de nível superior criados no país. Na prática, a cada cem novos empregos, 40 eram destinados aos seguintes profissionais: analistas de TI, enfermeiros, profissionais de relações públicas e publicitários, secretários executivos e farmacêuticos.

O estudo também aponta que  os estados que mais criaram vagas para esses cinco profissionais foram São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Para ler a matérias completa acesse: Veja.com

Brasil e o seu grande potencial com as Relações Públicas

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Jeffrey Sharlach

  O site EXAME fez uma entrevista com Jeffrey Sharlach, professor da New York University e dono da agência multinacional The Jeffrey Group, esse especialista renomado conta um pouco sobre sua experiência com o mercado latino-americano e como ele vê o Brasil ser um país de grande potencial na comunicação empresarial, ” A primeira vez que eu vim para cá, em 1991, não se aceitava cartão de crédito porque a inflação era muito alta. Houve muito avanço desde então.”  Sharlach também fala sobre as atividades de Relações Públicas, como elas lhe dão com as mídias sociais e a diferença dessa atividade nas redes sociais e dentro das empresas.

EXAME – Qual a diferença de trabalhar com relações públicas no Brasil e em outros países?

Jeffrey Sharlach – Eu acho que o Brasil, antes de tudo, é um país muito jovem – relações públicas aqui é um setor muito novo. Por isso, há muitos profissionais adeptos de novas tecnologias. Outra coisa é que as redes sociais são muito importantes por aqui, porque os brasileiros são muito sociáveis. Esse é um dos motivos do nosso sucesso por aqui, já que as pessoas são muito influenciadas diretamente por outras pessoas. A melhor forma de influenciar uma pessoa é por meio de seus pares, de pessoas em quem ela confia, com quem ela convive. Assim, as redes sociais são atualmente ferramentas muito importantes para influenciar o comportamento e as impressões dos consumidores. Se eu te disser para comprar este celular [tira um aparelho do bolso] porque ele é realmente bom, isso significará mais para você do que se você vir uma propaganda em um aeroporto.

EXAME – E as empresas estão sabendo usar as redes sociais?

Sharlach – Acho que ainda estão aprendendo. Tenho muita sorte de ter o Gerson [Penha, diretor de Comunicação Digital] aqui, porque ele é realmente um expert nessa área. O que é importante é sabermos quais as diferenças e especificidades de se atuar nas redes sociais. Por exemplo, agora há muita discussão em termos de privacidade. Se uma empresa não se preocupa com a privacidade dos consumidores, isso pode ter uma repercussão, causar transtornos para as pessoas quando elas acharem que sua privacidade está sendo violada. É importante ter essa noção dentro de todo o processo. Em cada um de nossos escritórios temos experts que fazem parte da equipe do Gerson. Todos tem acesso à mesma base de conhecimento.

EXAME – Por que decidiu trabalhar com a América Latina?

Sharlach – Começamos em Miami, em 1993, e havia muitas empresas multinacionais naquela época, muitas sedes regionais de empresas latino-americanas em Miami. Naquela época, era muito comum assinarmos contratos com diretores de comunicação regionais e controlarmos contas na América Latina. Antes de termos nossos próprios escritórios, trabalhamos com parceiros locais em outros países. À medida que fomos crescendo, os negócios foram ficando muito focados nos mercados da Argentina, Brasil e México. Daí vimos a necessidade de abrir nossos escritórios nesses países. O quadro mudou um pouco em 2001, por conta do colapso financeiro na Argentina, que gerou problemas que até hoje não foram resolvidos. Hoje, a maioria das empresas multinacionais que atendemos, eu poderia dizer 80% ou mais, são de dois países: Brasil e México. No Brasil a economia está muito forte, há muita atenção do mundo neste momento para o sucesso econômico brasileiro e também por conta da realização da Copa e das Olimpíadas aqui. A filial brasileira do Jeffrey Group é nosso maior escritório.

Para ver a entrevista completa acesse:

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/relacoes-publicas-tem-futuro-promissor-brasil-565158?page=1